Se você quer entender com mais facilidade ‘como idealizar um produto digital através de uma Lean Inception e práticas de Design Thinking’, fique por aqui!

Vou trazer o assunto de forma bem didática e simples para ficar mais fácil de entender. E para isso vou separar os dois conceitos e falar sobre cada um deles primeiro.

Mas antes vou te contextualizar sobre o que é um produto digital.

Um produto digital é aquele que tem seu desenvolvimento através da tecnologia – que possa ser utilizado por meio de computadores, tablets, TVs, Smartwatch, Totens, Smartphone e etc. Ele precisa ter como característica principal a entrega de valor do ponto de vista do usuário final.

Exemplos de produtos digitais:

  • Softwares;
  • Plataformas;
  • Sistemas;
  • Aplicativos;
  • Portais
  • E-commerce e etc.

Agora que você já entendeu o conceito de produto digital, vamos aos conceitos de Lean Inception e Design Thinking para nos apoiar na idealização de um produto digital. Vejamos:

O Lean Inception e O Design Thinking

O método Lean Inception foi criado por Paulo Caroli, autor do livro Lean Inception, visando fazer a obtenção do MVP (Minimum Viable Product, ou Mínimo produto viável).

Em suma, ele tem a resposta para uma pergunta fundamental para o desenvolvimento de um produto: ‘Como conseguir um projeto consistente no mínimo de tempo possível?’

Falando de forma simples: o Lean Inception é um método desenvolvido pensando em como alinhar pessoas no processo de construção do produto certo, que consegue auxiliar na produção de um produto enxuto.

Já o Design Thinking, também falando de forma sintetizada, é uma ferramenta de inovação e otimização muito usada em diversos formatos de desenvolvimento, permitindo criar projetos, solucionar problemas e desenvolver produtos a partir de um processo criativo e/ou de uma estruturação de ideias.

Deu para entender os dois conceitos? Muito bem! Então agora chegou a hora de entender:

Como idealizar um produto digital através de uma Lean Inception e práticas de Design Thinking

Na criação de um produto são inúmeras as possibilidades de ideias e sugestões, e o Design Thinking é ideal para separar as boas, enquanto o Lean Inception é ideal para alinhar as pessoas no processo de construção do produto certo por meio dessas boas ideias.

Logo, juntar o Lean Inception e o Design Thinking: é tipo “juntar a fome com a vontade de comer”. Entende?

Durante o desenvolvimento de um produto, quando esses dois são alinhados, usa-se:

O Lean Inception para definir as funcionalidades que determinam o produto como um produto viável, para assim trabalhar apenas aquele que conseguir gerar negócios e valor para seus usuários, reduzindo a perda de tempo e de recursos.

O Design Thinking para otimizar todo o processo de desenvolvimento.

Ressaltando que o método Lean Inception deve ser aplicado no início do projeto, quando existe apenas o esboço de um produto em mente. Ou seja, no momento em que se estiver sendo definidos pontos como:

  • Quem serão os usuários?
  • Qual será a jornada do usuário até o produto?
  • Quais devem ser as funcionalidades do produto?
  • E a agenda das entregas?

Lembrando que esse é um método que pode ser aplicado tanto em projetos grandes quanto em projetos menores, bem como em grandes empresas e também em startups, pois se trata de uma forma de alinhar todos os envolvidos em torno de uma mesma visão de negócio, o que é muito importante!

Somando a esse método (Lean Inception), pode-se usar a ferramenta de Design Thinking que, como já sabemos, ajudará no desenvolvimento do projeto, permitindo a otimização do processo de desenvolvimento, por uma divisão em fases, sendo elas:

  • Imersão: onde é feito o reconhecimento e a análise do cenário para entender melhor as dificuldades, as oportunidades e os limites existentes. Nessa fase faz-se a coleta de todos os dados existentes e que será muito útil para a próxima etapa.
  • Ideação: Fase onde são analisados os dados obtidos anteriormente, onde se reúne o máximo de ideias a partir deles. Isso deve ser feito de forma coletiva e colaborativa, para assim ampliar as chances de boas propostas.
  • Prototipagem: essa é a hora em que as duas fases anteriores são estudadas para se selecionar as ideias e propostas que fazem mais sentido para o projeto e as que terão mais chances de sucesso. Afinal, deve-se criar protótipos com base nas ideias mais bem avaliadas.
  • Teste: essa é uma hora fundamental. É o momento de realizar testes e listar todos os problemas observados durante o processo, propondo soluções a fim de aprimorar ou implementar o que for necessário para se chegar ao produto final, aquele que deve ser colocado no mercado.

Concluído:
Essas duas práticas se somam e quando seguidas em suas bases e filosoficas podem gerar melhores resultados, gerando produtos inovadores que entregam valor do ponto de vista do usuário final, além de trazer maior organização e otimização aos processos e times.

E para você que leu até aqui e quer, ainda, saber mais sobre como idealizar um produto digital através de uma Lean Inception e práticas de Design Thinking, deixo a sugestão de 3 outros conteúdos meus, muito fáceis de entender que funcionarão para você como complemento para esse tema:

Os 10 Princípios do Product Discovery
O passo a passo para começar o Product Discovery
Quem Participa de uma Lean Inception?

Lembrando que se precisar de ajuda com ideação de produtos digitais e aplicação das técnicas, estou à disposição! Você pode falar comigo, clicando aqui.

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