O que é Marketing Digital?

Marketing Digital é um conjunto de estratégias no ambiente online que objetiva adquirir, encantar e reter clientes através de ações direcionadas em redes sociais, mecanismos de busca, e-mail e websites.

De forma geral, o Marketing Digital abrange todas as estratégias de marketing na internet. Algumas delas são:

  • Inbound Marketing;
  • SEO (Search Engine Optimization);
  • Marketing de Conteúdo;
  • Gestão de Redes Sociais;
  • Links Patrocinados;
  • Marketing de Afiliados;
  • CRO (Conversion Rate Optimization).

Ou seja, o papel do Marketing Digital é ajudar pessoas e empresas a atingirem seus objetivos de negócio. Ele trabalha junto a outras estratégias de marketing e mercado para este fim.

Ademais, o Marketing Digital possui vantagens consideráveis frente a ações de marketing tradicionais. Saiba mais no próximo tópico!

Vantagens do Marketing Digital

Os benefícios do Marketing Digital são tantos que é difícil encontrar uma empresa que não invista em estratégias na internet, independente do tamanho. Conheça os principais:

Segmentação do público certeira

Antes da internet, os canais disponíveis para atingir o público eram as publicações impressas (jornais e revistas) e os canais de transmissão em massa (TV ou rádio). O que eles têm em comum? O alcance à maior quantidade de pessoas possível, sem qualquer distinção de demografia ou comportamento.

Por um lado, a visibilidade é positiva. Afinal, a marca está se mostrando presente para uma grande fatia do mercado.

Entretanto, você consegue ver por que é uma estratégia pouco eficiente, do ponto de vista dos objetivos de negócio? Todos estão vendo a empresa, mas apenas uma pequena parcela realmente tem intenção ou propensão a comprar dela.

Com o Marketing Digital, é possível focar os esforços em pessoas que têm o perfil para gerar receita. Isso culmina em estratégias com maior potencial para conversão.

Relação entre custo e benefício

Agora, se uma estratégia possui maior potencial para conversão por um mesmo preço, qual é o resultado da equação? Uma melhora no custo-benefício! Afinal, atingir muitas pessoas demanda uma quantidade considerável de recursos.

Pense nos milhões de reais que custa para veicular um anúncio no horário nobre da TV, por exemplo. Agora, compare com o orçamento de uma campanha de Google Ads. Por que tanta diferença?

A sacada é que nenhuma empresa precisa chegar a uma multidão com o Marketing Digital. É só alcançar aquelas pessoas específicas que têm propensão a comprar desse negócio. E, aí, usar argumentos específicos para convencê-la de que é a melhor opção.

Agora, como saber quais ferramentas de persuasão funcionam para cada perfil de cliente? Nesse caso, traçar a segmentação da qual falamos no tópico anterior já é meio caminho andado.

Personalização da estratégia

Distinguir as pessoas que estão mais propensas a consumir da empresa ajuda a traçar um perfil para identificar as características do cliente ideal. Isso é fato!

E não se limita à demografia, viu? Sim, entender de onde vêm seus clientes, qual é a sua faixa etária e renda mensal, e quais são seus gostos e desgostos é uma mão na roda para embasar estratégias de Marketing Digital.

Entretanto, mais importante do que isso, é compreender o comportamento dos consumidores.

O que os leva a agir de uma determinada maneira na internet? Qual é a força motora por trás da busca que os levou até a empresa? Como é possível adequar a comunicação para convencê-los a seguir um determinado caminho?

Com insumos que respondem a essas perguntas, é possível planejar estratégias de Marketing Digital mais efetivas e eficientes. O que nos leva ao próximo tópico!

Acompanhamento da jornada do cliente

Quantos canais você usa para pesquisar antes de tomar uma decisão de compra importante? Geralmente, antes de se decidir por um produto, as pessoas querem obter o máximo de informações sobre ele.

Antes da internet, esse processo era realizado todo na loja física, com o apoio de um vendedor. Isso tornava o processo mais propício para a empresa fechar a compra. Hoje, todas as ferramentas estão na mão do consumidor. A vantagem é que as empresas podem fazer o acompanhamento dos pontos de contato através do Marketing Digital:

  • Se o potencial cliente busca informações no e-commerce, a empresa pode fornecer todos os dados necessários neste canal.
  • Se quer ver a opinião de outros clientes nos comentários das redes sociais, a empresa pode se esforçar para responder a todos os usuários.
  • Se procura por reclamações no Reclame Aqui, a empresa pode solucionar os problemas e demonstrar a qualidade do atendimento por lá.

Ou seja, para maximizar os resultados, é necessário se fazer presente onde o consumidor busca. E, mais do que isso, fornecer informações qualificadas para solidificar a imagem da empresa perante ele!

Criação de autoridade de marca

Como acabamos de mencionar, só estar presente em todos os canais não basta. A saída é oferecer explicações completas para os questionamentos comuns durante a decisão de compra.

Ao fazer isso, a empresa ganha pontos no julgamento dos potenciais clientes. Através de informações competentes, ela se torna referência em sua própria área de atuação. Ou seja, quando o consumidor pensar no assunto X, vai pensar na empresa. E sabemos que a confiança e a familiaridade são fatores bastante influentes na decisão de compra!

E isso não se limita aos clientes. A empresa também pode ganhar autoridade perante a concorrência, veículos de comunicação, influenciadores digitais ou até o Google, através de estratégias de SEO.

E o que isso gera? Ainda mais visibilidade e oportunidades de negócios!

Mensuração detalhada de resultados

Como ter certeza de exatamente quantas pessoas viram um outdoor em uma avenida? Ou assistiram a um comercial no horário nobre na TV?

E mais importante do que isso: como saber quem eram essas pessoas? De onde eram? Quantos anos tinham? Já haviam visto algum anúncio da marca antes? Quais efetivamente prosseguiram com a compra devido aos esforços de publicidade?

Quando o assunto é Marketing Digital, todas essas perguntas podem ser respondidas tranquilamente. Como há diversas ferramentas que acompanham o comportamento dos usuários, a mensuração dos resultados é completa e detalhada. Seja no site da empresa ou nas redes sociais, é possível aferir com bastante certeza o perfil do seu consumidor.

Além, é claro, do caminho individual que ele percorre na internet até chegar à conversão.

Munido dessas informações, fica bem mais fácil olhar para a estratégia em retrospecto e entender quais aspectos funcionaram. Se basear em dados reais ajuda bastante na hora de planejar os próximos passos com assertividade!

Fidelização de clientes potencializada

Com a internet, ficou bem mais fácil estabelecer uma presença ativa no dia a dia do público. E, mais do que isso, criar um relacionamento duradouro e efetivo com o cliente.

Estratégias como a nutrição de leads e o Marketing de Conteúdo são essenciais para a fidelização de clientes. Afinal, o contato do consumidor com a marca não acaba logo após a compra. Em vez disso, a empresa continua criando pontos de contato e fornecendo conteúdo de qualidade.

Assim, se estabelece como uma autoridade na mente do cliente, e segue demonstrando o valor de suas soluções mesmo após a conversão. Quando o consumidor precisar comprar novamente, possui a confiança necessária para recorrer à marca uma segunda vez.

E sabemos que, ao longo dos anos, clientes recorrentes podem ser uma fonte sólida de receita para qualquer empresa.

Afinal, a probabilidade de vender para uma pessoa que já é cliente fica entre 60% e 70%. Agora, para um lead, esse número cai para a faixa entre 5% e 25% (Invesp).

Como funciona o Marketing Digital

É um mito que todas as vertentes do Marketing Digital funcionam do mesmo jeito. Muito pelo contrário! Há inúmeras variáveis que adaptam a estrutura de cada estratégia de acordo com as características da empresa, do mercado e do plano de marketing no geral.

Mesmo com essas peculiaridades, há alguns passos importantes que permeiam a maior parte das ações de Marketing Digital. São eles:

1 – Planejamento

O planejamento é a chave para todas as estratégias de negócios. E não seria diferente com o Marketing Digital! Essa etapa serve para refletir sobre as premissas que irão guiar o desenvolvimento e a execução das ações em um período futuro.

Um bom planejamento responde de antemão às perguntas que devem surgir durante esse processo:

  • Quais são os objetivos que desejamos atingir?
  • Quais métricas vamos usar para definir se uma ação foi bem-sucedida?
  • Quem são nossos concorrentes? O que podemos aprender com suas estratégias?
  • Quem são nossos clientes? Como podemos exercer persuasão sobre eles?
  • Quais vão ser os passos-chave da nossa estratégia?
  • Quais ações específicas englobam cada etapa do plano geral?

Sendo assim, o objetivo dessa etapa é construir uma fundação para sustentar a aplicação da estratégia traçada. Que é o próximo tópico que vamos discutir aqui!

2 – Execução

Com o planejamento redondinho, é hora de começar a botar as ações de Marketing Digital em prática. Você vai usar as definições gerais da estratégia para definir passos claros em direção aos objetivos propostos.

Mas a etapa de execução não é só sair fazendo, ou você vai se perder em meio a tantas demandas. É preciso exercer noções sólidas de gestão de projetos para prosperar.

Com esse conhecimento, você será capaz de definir o cenário geral do dia a dia de trabalho, o que é benéfico tanto para profissionais individuais quanto para a equipe como um todo. Ou seja, o gerenciamento de projetos ajuda a esclarecer:

  • quais são as ações desempenhadas em uma janela de tempo;
  • qual membro do time está encarregado de qual ação;
  • qual é o prazo máximo para entrega;
  • como está o andamento;
  • quais são as documentações e outros materiais relevantes.

Isso ajuda a prever gargalos e atrasos na entrega, bem como priorizar os esforços da equipe de acordo com a necessidade da estratégia como um todo. Para isso, profissionais de Marketing Digital usam metodologias como o Agile Marketing e ferramentas como Trello, Runrun.it e Studio.

3 – Análise

Após a execução, é preciso identificar os resultados que cada ação trouxe para a empresa. E quando você pode começar essa etapa? Depende dos canais utilizados, da maturidade da estratégia como um todo e da magnitude dos recursos investidos.

Por exemplo, uma estratégia de SEO geralmente precisa de semanas ou meses para pegar tração. Agora, quando se trata de mídia paga, você poderá acompanhar os resultados em tempo real.

De qualquer maneira, é imprescindível dedicar tempo à análise de desempenho.

Um erro comum é acreditar que os esforços são melhor investidos no planejamento e execução de novas ações. Entretanto, olhar para trás é uma ferramenta poderosa para entender o que deu certo na prática e como é possível maximizar esse tipo de resultado.

Isso e identificar as estratégias que não foram tão bem-sucedidas quanto o imaginado e, portanto, não devem ser incluídas em planejamentos futuros.

Fundamentos do Marketing Digital

O Marketing Digital acompanha o cenário da internet, o que significa que há mudanças radicais todos os dias. Entretanto, sua base teórica é ancorada no marketing tradicional, e há alguns conceitos que se aplicam a ambas as estratégias. É o caso dos Ps do marketing:

4 Ps do Marketing

Também chamados de Mix de Marketing ou Composto de Marketing, os 4 Ps do Marketing são os pilares que devem guiar qualquer estratégia de marketing para maximizar os resultados obtidos: Produto, Preço, Praça e Promoção.

Eles foram criados pelo professor Jerome McCarthy em seu livro Marketing Básico: Uma Visão Gerencial (1960) e divulgados por Philip Kotler, o “Pai do Marketing”.

Mesmo 80 anos depois, os 4 Ps do Marketing continuam relevantes para profissionais que visam construir uma base teórica sobre a área. Afinal, eles ajudam a entender a abrangência que as estratégias de marketing devem adotar para se tornarem mais efetivas.

  • Produto: deve ser a base da estratégia da empresa, com foco em convencer os potenciais clientes dos benefícios que eles podem obter com a compra. Deve haver um trabalho extenso para garantir a melhor qualidade e valor agregado possível, o que pode ser ancorado em estratégias de branding.
  • Preço: mais do que somente um número, esse pilar está ligado à percepção de valor do potencial cliente sobre o produto. As pessoas não pagam somente por objetos físicos, mas pela experiência que aquela posse pode oferecer. Portanto, considere ambos os custos de produção e, também, o valor agregado.
  • Praça: diz respeito aos canais de oferta e distribuição através dos quais o produto chegará aos potenciais clientes. É preciso entender onde o público-alvo busca soluções para seus problemas e qual é a maneira mais eficiente de entregá-las. No e-commerce, engloba a logística.
  • Promoção: este pilar é o que mais associamos com marketing, porque trata das estratégias de divulgação que vão despertar o desejo dos potenciais clientes e convencê-los a realizar a compra. Ou seja, tem relação com a maneira com que a marca chega ao seu público específico.

8 Ps do Marketing Digital

Os 8 Ps do Marketing Digital têm a mesma premissa do Mix de Marketing, mas aplicados ao cenário dinâmico da internet. Ou seja, levam em consideração as peculiaridades que permeiam o marketing online.

E, ao contrário do Composto de Marketing, não conseguimos encontrar um consenso sobre quais seriam os 8 pilares. Algumas fontes afirmam que são os 4 Ps do Marketing com quatro itens extras, enquanto outras indicam que os 8 Ps são inéditos.

Portanto, trouxemos as duas versões para que você possa conhecer os conceitos por completo e tirar suas próprias conclusões.

4 Ps do Marketing + 4 Ps do Marketing Digital

No tópico acima, você tem uma explicação completa sobre os 4 Ps do Marketing. Algumas fontes conceituam os 8 Ps do Marketing Digital trazendo o Mix de Marketing acompanhado por quatro pilares inéditos:

  • Pessoas: à medida que as estratégias de Marketing Digital permitem a segmentação avançada do público, se torna necessário entender quem é o cliente que possui maior potencial de consumo e quais são os fatores que influenciam sua jornada de compra.
  • Processos: a internet possibilita que cada vez mais pessoas integrem a base de clientes, multiplicando os canais de interação disponíveis. Portanto, isso cria a necessidade de ter fluxos pré-programados para dar conta da alta quantidade de demandas de marketing.
  • Posicionamento: esse pilar trata da experiência que o cliente terá ao interagir com a marca, no online e no ambiente físico. Essa relação gera identificação e incentiva a recorrência? Se o consumidor se sente bem em relação à compra, é sinal de que esse P foi considerado.
  • Performance: uma grande vantagem do Marketing Digital é a otimização de recursos e a mensuração detalhada de resultados, o que permite a criação de estratégias mais eficientes. Sendo assim, esse pilar preza pelo máximo resultado com o mínimo investimento.

Infelizmente, não conseguimos encontrar uma indicação de fonte primária para essa conceituação. Se você pode ajudar, deixe um comentário que atualizamos o conteúdo para trazer essa informação completa!

8 Ps Inéditos do Marketing Digital

Em sua versão “inédita”, os 8 Ps do Marketing Digital foram criados pelo empresário e mentor de negócios Conrado Adolpho.

O conceito foi apresentado no livro 8 Ps do Marketing Digital (2011), publicado inicialmente como Google Marketing (2008). A proposta é delinear um caminho para o desenvolvimento de estratégias:

  • Pesquisa: nenhum P do Mix de Marketing do qual já falamos nesse tópico se concretiza sem a pesquisa. É através dela que baseamos em dados reais em vez de “achismos” e noções pré concebidas, o que contribui para a diminuição da duração do processo de tentativa e erro que leva ao sucesso.
  • Planejamento: as estratégias de Marketing Digital não vão a lugar algum sem o planejamento. Essa primeira etapa é imprescindível para traçar ações assertivas, uma vez que trabalha diretamente com a definição de objetivos e, consequentemente, com os caminhos que levarão a atingi-los.
  • Produção: essa é a etapa da “mão na massa”, onde as ações planejadas serão postas em prática. É preciso uma atenção especial à gestão desse processo, com delimitações claras das demandas de cada projeto e atribuições relativas aos integrantes da equipe, para maximizar o potencial dos recursos empregados.
  • Publicação: com os insumos prontos, é hora de colocá-los na rua. As especificidades da publicação vão depender da natureza da estratégia. Se for um blog, você precisará de um CMS para gerenciar os conteúdos. Quando se trata de mídia paga, o canal será a plataforma de criação de anúncios, por exemplo.
  • Promoção: esse P foi “roubado” do Mix de Marketing, apesar de ter uma aplicação um pouco diferente. Aqui, a promoção engloba como será feita a distribuição de cada ação de Marketing Digital, delineando o caminho até que ela cumpra o objetivo de atingir o cliente final.
  • Propagação: é natural que um cliente confie mais no feedback de uma pessoa real do que na divulgação de uma empresa. Sendo assim, a propagação visa favorecer uma experiência positiva para o cliente considerando que ele pode ser uma fonte de novos clientes através da indicação.
  • Personalização: a identificação gera uma sensação de familiaridade que, por sua vez, é muito poderosa para levar clientes até a compra. Sendo assim, o indicado é tirar vantagem das ferramentas da internet para criar experiências personalizadas que atendam às especificidades de cada lead.
  • Precisão: por fim, o P de precisão engloba a análise de resultados apurados que é possibilitada pelo Marketing Digital. Essa etapa é imprescindível para avaliar a efetividade de cada ação, o que auxilia no planejamento dos passos futuros da estratégia de Marketing Digital.

Conceitos de Marketing Digital

Para começar os estudos sobre Marketing Digital e ter um entendimento completo sobre o papel de cada estratégia, é preciso conhecer alguns conceitos da área. Veja os principais:

Persona

A persona é a representação do cliente ideal da empresa, com foco em seu comportamento e personalidade. Ou seja, é um personagem fictício que retrata o perfil do consumidor do negócio.

Para traçar a persona com assertividade, você deve imaginar:

  • as características da sua vida profissional;
  • seus principais hábitos diários e motivação por trás deles;
  • pessoas e relacionamentos que fazem parte do seu dia a dia;
  • seus desejos e preocupações.

Lead

O lead é um cliente em potencial da empresa, que já demonstrou a intenção de conhecer ou adquirir as soluções. Esse interesse é sinalizado a partir do fornecimento de dados em formulários de contato ou download de materiais ricos, por exemplo.

Mais do que isso, os leads representam oportunidades de negócio para a empresa.

Funil de Vendas (ou Funil de Conversão)

O funil de vendas é um modelo que mapeia as etapas de contato entre um lead e uma empresa. Ele mostra as etapas que o potencial cliente percorre em sua jornada, desde quando ele descobre que tem um problema, até quando escolhe a solução da empresa para resolvê-lo.

Considerando que a venda equivale à conversão, o funil de vendas é a mesma coisa que o funil de conversão!

CRM

O CRM (Customer Relationship Management, ou gestão do relacionamento com o cliente) é a área 360º que trata do relacionamento direto da empresa com o cliente. Nesse caso, ele diz respeito às estratégias, ações e tecnologias empregadas para gerir essa conexão.

Sendo assim, envolve as equipes de atendimento, vendas e marketing, englobando todos os pontos de contato entre a organização e o consumidor.

A sigla também é bastante usada para se referir aos softwares de CRM, como o Salesforce, HubSpot ou Agendor. Esses sistemas servem para centralizar todas as informações sobre o perfil do cliente e as interações que ele teve com a empresa, além de automatizar tarefas operacionais como o envio de e-mails padronizados.

Landing Page

A Landing Page (página de destino) é a página de entrada pela qual os usuários chegam a um site. Ou seja, é o primeiro conteúdo que o potencial cliente vê antes de continuar a navegação ou fechar a janela.

O termo também se refere às páginas de captura. Esse modelo de conteúdo é projetado para persuadir o usuário a realizar uma ação específica rapidamente, sem deixar a página. Geralmente, essa ação é deixar os dados para baixar um material rico, fazer a inscrição em um evento ou finalizar uma compra.

CMS

O CMS (Content Management System, ou sistema de gerenciamento de conteúdo) é uma plataforma que permite fazer a publicação e gerenciamento de conteúdos em um site de maneira fácil e prática. Ou seja, não é preciso se preocupar com a parte técnica.

Atualmente, o CMS mais conhecido e usado do mundo é o WordPress. Com ele, é possível criar sites, blogs e e-commerces de todos os tipos.

Fluxo de Nutrição

O fluxo de nutrição consiste em estratégias que criam e mantêm relacionamentos duradouros com clientes em potencial através do fornecimento de conteúdo. O objetivo final é impulsionar o cliente pelo funil de vendas através da confiança e autoridade, até que ele se sinta confortável para realizar a conversão.

KPI

Os KPIs (Key Performance Indicators, ou indicadores-chave de performance) são métricas usadas para avaliar se determinadas ações estão atingindo os objetivos definidos no início da estratégia. Em português, se tratam dos indicadores-chave de performance.

Eles servem para mensurar o desenvolvimento de processos de um negócio. Desde resultados de mercado até fluxos internos, passando pela gestão e pelos funcionários.

Estratégias de Marketing Digital

  1. Inbound Marketing
  2. Marketing de Conteúdo
  3. E-mail Marketing
  4. Marketing de Busca
  5. Marketing de Afiliados
  6. Automação de Marketing
  7. CRO

Inbound Marketing

O Inbound Marketing é uma estratégia de marketing que atrai potenciais clientes através da oferta de conteúdo útil e experiências personalizadas. Assim, a empresa cria um relacionamento único com cada lead e fornece o apoio que ele precisa para avançar na jornada de compra.

O termo foi criado em 2006, junto com a fundação da HubSpot, empresa conhecida mundialmente por serviços de automação de marketing, CRM e vendas.

Mas qual é a diferença entre Inbound e Outbound Marketing, você se pergunta?

O Inbound Marketing faz com que leads com real potencial de conversão encontrem a empresa quando precisarem. O Outbound Marketing vai atrás de um público mais amplo e promove suas soluções de maneira direta, a partir da interrupção.

Flywheel

O Flywheel é um modelo de negócios que ilustra o impulso que sua organização ganha ao priorizar e entregar uma experiência excepcional para o cliente (HubSpot).

Ele mostra como uma pessoa se torna um lead, converte e vira um promotor da sua marca para outros prospects a partir de estratégias de aquisição e retenção de clientes. Sendo assim, possui três etapas: atrair, envolver e encantar.

Marketing de Conteúdo

O Marketing de Conteúdo é uma estratégia que atrai potenciais clientes com conteúdo valioso que ajuda a entender e resolver seus problemas. Com isso, a empresa gera vendas e atinge os objetivos de negócio.

Achou parecido com Inbound Marketing? É porque são estratégias complementares. Na verdade, o Marketing de Conteúdo está dentro do Inbound, porque fornece o combustível necessário para alimentar as ações de atração e relacionamento com clientes.

A seguir, veja as principais estratégias e canais de Marketing de Conteúdo:

Blog

Um blog de sucesso é um espaço online onde uma empresa publica conteúdos multimídia que ajudam os potenciais clientes a identificarem seus problemas e as possíveis soluções para eles.

No mais, o papel do blog é ajudar a empresa a atingir os objetivos definidos no planejamento da estratégia de marketing de conteúdo.

Vídeo Marketing

Vídeo Marketing é uma estratégia de planejamento, produção, edição, publicação e distribuição de conteúdo em vídeo para promover uma marca ou solução. Os canais mais utilizados são YouTube, Instagram, Facebook, TikTok e Vimeo.

Alguns exemplos do papel que os vídeos podem exercer na estratégia de Marketing Digital:

  • apresentar um produto ou serviço;
  • fornecer prova social;
  • ensinar os métodos de utilização;
  • posicionar a marca sobre um determinado tema;
  • provocar emoções para engajar o cliente.

Mobile Marketing

Mobile Marketing engloba as estratégias de atração, conversão e retenção de clientes através dos recursos de dispositivos móveis, como smartphones, tablets e wearables. Ou seja, todas as ações de Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo podem fazer parte do Mobile Marketing.

Considerando que em torno de 80% dos brasileiros fazem compras pelo celular (PayPal), é um canal com grande oportunidade de vendas.

Redes Sociais

Redes sociais são canais onde empresas podem criar e manter relacionamentos com o público a partir da interação direta e oferta de conteúdo relevante. Mais do que somente a compra, os clientes buscam o entretenimento e a atualização quanto às últimas informações.

Isso permite o estabelecimento da marca como autoridade em seu nicho de mercado e, também, a aplicação de uma estratégia de vendas sutil, mas assertiva.

Além disso, ações de marketing viral também podem potencializar o alcance de uma campanha ou mensagem. No Brasil, as principais redes sociais do momento são (DataReportal):

  1. YouTube: 138 milhões de usuários.
  2. Instagram: 119 milhões de usuários.
  3. Facebook: 116 milhões de usuários.
  4. TikTok: 74 milhões de usuários.
  5. Facebook Messenger: 65 milhões de usuários.
  6. LinkedIn: 52 milhões de usuários.
  7. Pinterest: 27 milhões de usuários.
  8. Twitter: 19 milhões de usuários.
  9. Snapchat: 8 milhões de usuários.

Podcast

Podcasts são conteúdos em áudio sob demanda, que você pode ouvir quando e onde quiser. Eles podem ter vários formatos, desde entrevistas e bate-papos até narrativas imersivas e contação de histórias.

Para a estratégia de Marketing Digital de empresas, os podcasts são mais uma maneira de se manter presente no dia a dia dos leads e clientes através da oferta de conteúdo.

E-mail Marketing

E-mail Marketing é a estratégia de Marketing Digital que usa a comunicação por e-mail para converter e reter clientes, através do envio de ofertas ou conteúdo. A base para envio do E-mail Marketing é construída através de formulários, onde os leads concordam em receber disparos na caixa de entrada.

Newsletter

A newsletter é um e-mail informativo, geralmente enviado com uma frequência pré-definida. Ela pode tratar de notícias sobre a empresa, informações sobre a solução oferecida ou comunicados para os leads e clientes.

E-mails de Nutrição

Os e-mails de nutrição são conteúdos enviados com o objetivo principal de manter um relacionamento com o potencial cliente, estimulando-o a avançar pelo funil de vendas de forma natural.

Geralmente, eles são segmentados de acordo com os interesses que o lead demonstrou em seus pontos de contato com a empresa.

E-mails Transacionais

Os e-mails transacionais são enviados para clientes ou leads para confirmar uma ação de seu interesse, como a finalização de uma compra, o envio de um pedido ou a inscrição em uma newsletter, entre outros.

O principal objetivo é tranquilizar o receptor em relação ao acontecimento, fornecendo uma comprovação registrada para que ele fique a par do status do seu relacionamento com a empresa. Esses e-mails são enviados a partir de automação de marketing.

Marketing de Busca

Marketing de Busca (SEM, ou Search Engine Marketing) é o conjunto de estratégias pagas e orgânicas aplicadas em mecanismos de busca, como o Google e o Bing, para atrair e converter potenciais clientes. Ou seja, engloba ações de SEO e mídia paga de pesquisa.

Para ter clareza sobre o conceito, entenda que o Marketing de Busca é mais amplo do que o SEO e a mídia paga de pesquisa, mas mais específico do que o Inbound Marketing e o Marketing Digital como um todo. Quando combinadas, essas estratégias podem proporcionar a evolução exponencial dos resultados.

Ciclos do Marketing

SEO

SEO (Search Engine Optimization, ou otimização para mecanismos de busca) é uma estratégia para aumentar a visibilidade das páginas de um site nos resultados orgânicos dos mecanismos de busca e gerar tráfego qualificado. Geralmente, é dividido em três áreas:

  • SEO On-Page: engloba as melhorias que podem ser feitas nas próprias páginas do website, incluindo a criação e otimização de conteúdo.
  • SEO Técnico: abrange as otimizações que não podem ser vistas “a olho nu”, geralmente na estrutura interna de uma página ou do site como um todo.
  • SEO Off-Page: trata das técnicas aplicadas externamente ao website, como estratégias de obtenção de backlinks e ganho de autoridade.

Links Patrocinados são anúncios de texto que aparecem na página de resultados de buscadores, como o Google e o Bing. Geralmente, eles possuem maior taxa de clique do que os resultados orgânicos, o que implica na atração de maior tráfego.

Alguns especialistas defendem que anúncios em redes sociais também se encaixam no conceito de links patrocinados. Entretanto, não é a regra.

Retargeting/Remarketing

Remarketing é um conjunto de estratégias focadas em identificar usuários que já demonstraram interesse pela marca, mas não finalizaram a conversão, e atraí-los de volta para o funil.

Antigamente, havia uma diferença entre retargeting (que usava anúncios) e remarketing (que usava o e-mail marketing). Hoje, todas as estratégias que se baseiam em fazer com que potenciais clientes retornem para a jornada de compra são englobadas pelo conceito de remarketing.

Mídia Paga

Mídia paga engloba todos os tipos de conteúdo que são veiculados para um público específico mediante investimento de recursos. Isso inclui links patrocinados, anúncios em redes sociais, propagandas em vídeo, etc.

Social Ads

Social Ads são quaisquer tipos de anúncios veiculados em redes sociais. Os formatos mais comuns são imagens e vídeos, bastante utilizados no Instagram, Facebook, TikTok e YouTube.

Marketing de Afiliados

Marketing de Afiliados é uma estratégia de divulgação de produtos que terceiriza as ações de marketing para profissionais que recebem uma comissão pelas visualizações geradas ou pelas vendas finais.

É uma relação comercial ganha-ganha: o vendedor do produto se beneficia pela visibilidade escalável e o afiliado aproveita a oportunidade de renda.

Automação de Marketing

A automação de marketing engloba os processos que usam a tecnologia para automatizar fluxos e ações de marketing. Isso facilita a escalabilidade do trabalho e otimiza os recursos dedicados ao setor.

O desafio é oferecer uma experiência personalizada de acordo com as necessidades e desejos de cada cliente, ao mesmo tempo em que se gasta a menor quantidade de tempo possível para tal.

CRO

CRO (Conversion Rate Optimization, ou otimização da taxa de conversão) é uma estratégia para aumentar a porcentagem de usuários que executam uma determinada ação em uma página. O objetivo é reduzir ao máximo as barreiras entre o potencial cliente e a conversão.

Ou seja, ela possibilita aumentar as vendas sem, necessariamente, obter mais tráfego. Entre as ações contempladas pelas estratégias de CRO, estão:

  • conclusões de compra;
  • inscrição em eventos ou newsletters;
  • download de material rico.

Planejamento de Marketing Digital

O Marketing Digital é um conjunto de estratégias altamente adaptáveis, mas nem por isso dispensa o planejamento. Na verdade, essa é a etapa mais importante para qualquer campanha.

Afinal, é através dela que são definidos os objetivos do trabalho, os resultados esperados e as ações que serão desempenhadas. Isso garante uma execução mais assertiva e, também, o alinhamento entre a equipe.

Metas de Marketing Digital

As metas de Marketing Digital são marcos que sinalizam o progresso em direção aos objetivos do negócio. Elas vão ao encontro do propósito definido para a estratégia geral, servindo para medir a evolução do trabalho a curto prazo.

Todo planejamento de Marketing Digital deve contar com o estabelecimento de objetivos e metas claras. Afinal, como traçar o caminho se você não sabe onde quer chegar?

Metas SMART

SMART é uma metodologia para definir metas “inteligentes”, como diz o nome. A palavra em inglês serve de acrônimo, sendo que cada letra é um fator imprescindível ao qual a meta deve atender:

  • S (specific, ou específico): a meta deve tratar de aspectos individuais do progresso do negócio, em vez de generalistas.
  • M (measurable, ou mensurável): a meta deve poder ser medida, para que se possa avaliar sua evolução com clareza.
  • A (attainable, ou atingível): a meta não pode estar fora do escopo que pode ser alcançado pela equipe em tempo hábil.
  • R (relevant, ou relevante): a meta deve ter impacto positivo para todos os envolvidos, contribuindo para o progresso geral.
  • T (time-based, ou temporal): a meta deve ter uma definição clara de tempo para ser atingida, criando senso de urgência.

Metas GROW

GROW é um modelo de definição de metas baseado na visualização do objetivo e os caminhos que podem ser tomados para chegar lá. A nomenclatura é um acrônimo para os fatores que devem ser considerados nesse cenário:

  • G (goal, ou objetivo): qual é o ponto de chegada? O que define que a meta foi atingida com sucesso?
  • R (reality, ou realidade): qual é o ponto atual? Estamos perto ou longe de atingir a meta? Há algum impeditivo?
  • O (options, ou opções): quais ações podem contribuir para atingir a meta? Quais são os lados positivos e negativos de cada uma delas?
  • W (will, ou vontade): quais recursos estão disponíveis para trabalhar em direção à meta? Qual é o primeiro passo?

KPI

KPI (Key Performance Indicator, ou indicador-chave de performance) é uma métrica utilizada para medir o sucesso de uma estratégia de Marketing Digital e tomar decisões estratégicas. Ou seja, é um conceito altamente importante para entender o progresso de uma determinada campanha.

Métricas de Marketing Digital

As métricas servem para medir a efetividade de diferentes ações de Marketing Digital. Caso sejam essenciais para o sucesso do negócio, podem ser traduzidas em KPIs.

ROI

O ROI (Return on Investment, ou retorno sobre o investimento) mede a relação entre o custo de uma estratégia de Marketing Digital e a receita gerada para a empresa através da iniciativa. Pode ser positivo ou negativo, dependendo da efetividade da campanha.

A fórmula para calcular o ROI é:
(receita – custo do investimento) / custo do investimento.

CAC

O CAC (Custo de Aquisição de Clientes) mede a relação entre o custo de estratégias de marketing e a quantidade de novos clientes gerados a partir delas. Ou seja, define qual é o investimento necessário para adquirir um novo consumidor.

A fórmula para calcular o CAC é:
custo do investimento / quantidade de novos clientes.

CPL

O CPL (Custo por Lead) mede a relação entre o valor investido em estratégias de marketing e a quantidade de novos leads gerados a partir delas. É a mesma coisa que o CAC, mas trata de leads em vez de clientes.

A fórmula para calcular o CPL é:
custo do investimento / quantidade de novos leads.

CPA

O CPA (Custo por Aquisição) é um método de cobrança em plataformas de anúncio onde a empresa paga apenas quando o usuário desempenha uma ação específica, que é o objetivo da campanha.

A fórmula para calcular o CPA é:
custo do investimento / quantidade de conversões.

CPM

O CPM (Custo por Mil) é um método de cobrança em plataformas de anúncio onde a empresa paga um determinado valor por cada mil pessoas que visualizam o conteúdo. Portanto, é uma métrica focada em visibilidade, e não conversão.

A fórmula para calcular o CPM é:
custo do investimento / (visualizações totais / 1000).

CPC

O CPC (Custo por Clique) é um método de cobrança em plataformas de anúncio onde a empresa paga por cada usuário que clica em seu conteúdo. É o modelo mais comum, uma vez que é padrão no Google Ads.

A fórmula para calcular o CPC é:
custo do investimento / quantidade de cliques.

LTV

O LTV (Lifetime Value) mede o lucro que um cliente recorrente gera para a empresa durante sua vida útil. Ou seja, representa as múltiplas conversões que são geradas a partir da aquisição de apenas um cliente.

A fórmula para calcular o LTV é:
ticket médio * quantidade de compras do cliente em um determinado período * média do período de retenção de clientes.

CTR

O CTR (click-through rate, ou taxa de cliques) mede a relação entre a quantidade de vezes que um anúncio ou resultado orgânico foi visto e quantas pessoas clicaram nele. Ou seja, representa a probabilidade de clique toda vez que um usuário visualizar o conteúdo.

A fórmula para calcular o CTR é:
número de impressões / número de cliques.

Churn Rate

O Churn Rate (taxa de cancelamento) mede a relação entre os clientes que cancelaram a contratação do serviço e a base de clientes inteira. É um índice importante para medir o quão saudável é um negócio que se baseia no modelo de pagamentos recorrentes ou prestação de serviços.

A fórmula para calcular o Churn Rate é:
clientes que cancelaram / clientes totais x 100.

MRR e ARR

Em ambas as siglas, RR significa Recurring Revenue, ou receita recorrente. O que muda é o período: no caso do A, é anual (annual), e no M, mensal (monthly).

Sendo assim, o MRR (Monthly Recurring Revenue) descreve a receita que entra todo mês a partir de assinaturas ou prestação de serviços. A fórmula para calcular o MRR é:
(contas ativas – contas canceladas) * valor da assinatura ou serviço mensal.

Por sua vez, o ARR (Annual Recurring Revenue) trata da receita gerada anualmente a partir de assinaturas ou prestação de serviços. A fórmula para calcular o ARR é:
média do MRR dos últimos 12 meses * 12.

Ticket Médio

O ticket médio é o valor mediano que um cliente paga em um determinado pedido. Ou seja, tende a ser maior em lojas que vendem produtos mais caros. Melhorar essa métrica pode ser uma boa oportunidade de aumentar o faturamento sem maximizar clientes ou número de pedidos.

A fórmula para calcular o ticket médio é:
receita total / quantidade de pedidos.

Taxa de Conversão

A taxa de conversão é a relação entre a quantidade de pessoas que visualizaram um CTA e efetivamente completaram a ação. Lembre-se sempre de que a conversão é um conceito amplo, que pode ser traduzida em diversos comportamentos:

  • finalizar uma compra;
  • fazer a inscrição em um evento;
  • baixar um material rico;
  • entrar em contato a partir de um formulário;
  • fazer uma ligação;
  • submeter um pedido de orçamento.

A fórmula para calcular a taxa de conversão é:
número de visitas / número de conversões.

Tráfego

O tráfego é a quantidade de pessoas que visitam o seu site. Quanto maior o tráfego, mais usuários tiveram contato com a sua marca e visualizaram algum tipo de conteúdo na página.

Entretanto, é um conceito bastante generalista. Existem algumas métricas que dizem respeito ao tráfego, mas cabe ao profissional escolher a que será utilizada para medir o desempenho da estratégia:

  • Usuários: quantidade de pessoas individuais que visitaram o site. O acompanhamento pode ser feito através de cookies de acordo com a LGPD.
  • Sessões: ações que uma pessoa desempenhou no site em 30 minutos. Passado esse período, qualquer interação conta como uma nova sessão.
  • Visualizações: quantidade de vezes que as pessoas visualizaram uma página. Se o usuário navega de uma página para a outra, conta como duas pageviews.

De acordo com essa conceituação, as pageviews sempre serão maiores do que as sessões. Por sua vez, as sessões sempre serão maiores do que os usuários, considerando que uma mesma pessoa pode retornar ao site.

Ferramentas de Marketing Digital

Nesse tópico, você encontra as principais ferramentas de Marketing Digital usadas por profissionais para facilitar o dia a dia de demandas e trazer dados que baseiam o planejamento de novas estratégias.

Entretanto, saiba que trouxemos apenas um resumo rápido. Cada uma delas oferece mais possibilidades do que poderia caber em três linhas. Por isso, não deixe de explorar as que mais fazem sentido para o seu negócio para entender as funcionalidades que podem ajudar.

  • Google Analytics: ferramenta completa de análise que apresenta dados de tráfego, comportamento e aquisição de usuários em sites. O acompanhamento pode ser feito através do Google Tag Manager.
  • Semrush: ferramenta que trabalha com seu próprio banco de dados para trazer informações sobre o desempenho de SEO, redes sociais e marketing de conteúdo. É muito útil para pesquisa de palavras-chave.
  • WordPress: sistema de gerenciamento de conteúdo que serve para criar sites institucionais, blogs ou e-commerces. Oferece alta possibilidade de personalização e tem uma infinidade de plugins criados por usuários.
  • Google Keyword Tool: fica dentro do Google Ads, mas também pode ser usada por profissionais de SEO. Traz dados sobre palavras-chave do Google em primeira mão, incluindo o volume e a tendência de busca.
  • Unbounce: plataforma especializada na criação de landing pages. Fornece layouts pré-prontos que você pode personalizar de acordo com a identidade visual e o tom de voz da sua empresa.

Ferramentas de SEO

  • Google Search Console: acompanhamento detalhado de tráfego orgânico provindo do Google. Também monitora Core Web Vitals, links internos e externos, indexação, compatibilidade com dispositivos móveis e mais.
  • Google Trends: fornece informações sobre a tendência de pesquisa para tópicos gerais ou palavras-chave específicas. Também permite identificar as pesquisas que estão em alta em um determinado período de tempo.
  • Ahrefs: ferramenta completa de SEO que traz recursos de auditoria técnica, análise competitiva, pesquisa de palavras-chave, monitoramento de ranking e mais. Trabalham com um banco de dados próprio.
  • SimilarWeb: apresenta dados aprofundados de tráfego sobre outros sites, como visitas, engajamento, geolocalização dos usuários, tópicos relacionados e principais competidores. É quase como acessar o GA da concorrência!
  • AnswerThePublic: ferramenta de pesquisa de palavras-chave que traz termos relacionados à expressão digitada. É possível obter perguntas, comparações, etc. para alimentar ideias de conteúdo.
  • AlsoAsked: ferramenta para pesquisar termos que tira os dados da sessão de “as pessoas também perguntam”, da própria SERP do Google. É boa para entender as dúvidas dos usuários sobre um tema específico.
  • Ubersuggest: proporciona recursos básicos de pesquisa de palavras-chave e análise de tráfego por um precinho camarada. De longe, é a ferramenta com melhor custo-benefício para quem não pode gastar muito.
  • Yoast SEO: plugin para WordPress que ajuda a organizar a estratégia de SEO dentro do CMS. Faz indicações de onde o conteúdo pode ser otimizado, além de possibilitar ajustes relativos a indexação e dados estruturados.

Ferramentas de CRO

  • Hotjar: grava sessões de usuários reais para entender o comportamento dentro do site e identificar os gargalos que podem estar impedindo a conversão. Também permite fazer pesquisas e obter feedback direto.
  • CrazyEgg: cria mapas de calor baseados no comportamento do usuário no site, além de permitir a condução de testes A/B. É boa para iniciantes ou freelancers, porque tem uma assinatura bastante em conta.
  • Google Optimize: possibilita conduzir testes A/B em um produto próprio do Google, o que facilita a integração com o Google Ads e ferramentas de análise, como o Analytics, por exemplo.

Ferramentas de CRM, Automação e E-mail Marketing

  • Mailchimp: plataforma que permite criar landing pages para gerar leads e configurar fluxos de e-mail marketing para nutri-los. Também permite criar e hospedar lojas virtuais, além de planejar anúncios e campanhas criativas.
  • RD Station: focada em criar oportunidades de venda, essa ferramenta faz a captação de leads a partir de landing pages e organiza fluxos de automação para ajudar o potencial cliente a progredir na jornada de compra.
  • HubSpot: uma das plataformas de CRM mais completas do mercado. Possui hubs específicos para auxiliar na captação e conversão de leads, acompanhamento da relação com o cliente, publicar conteúdos na web e mais.

Ferramentas de Mídia Paga

  • Google Ads: plataforma para criar anúncios de pesquisa, rede de Display e outros produtos do Google, como YouTube e Maps. As campanhas podem ser desenvolvidas com base nos objetivos de negócio.
  • Meta Business Suite: permite que empresas gerenciem sua presença comercial nas redes sociais da Meta. Recursos incluem o agendamento de conteúdo, a criação de campanhas de anúncios, e a comunicação direta com o público.

Ferramentas de Redes Sociais

  • mLabs: plataforma completa para gerenciamento de redes sociais. Permite agendar postagens, se comunicar diretamente com os clientes, analisar relatórios e mais.
  • BuzzSumo: ferramenta focada no planejamento de marketing de conteúdo. Traz recursos para descobrir tendências, encontrar influencers e monitorar conversas.
  • Hootsuite: focada na análise de resultados, essa plataforma também permite gerenciar engajamento, agendar postagens e criar campanhas pagas.

Ferramentas de Gerenciamento de Projetos

  • Trello: plataforma colaborativa baseada no modelo Kanban, onde cada tarefa é representada por um cartão que é movido de coluna em coluna.
  • monday.com: sistema completamente personalizável que permite a criação de fluxos de trabalho, automações, painéis de tarefas e mais.
  • Runrun.it: também baseada no modelo Kanban, essa ferramenta traz o recurso de monitoramento de tempo. É possível filtrar por integrante ou projeto.
  • Asana: gestão de tarefas prática e colaborativa que traz uma série de visões para os projetos, a partir de quadros e listas.

Como aprender Marketing Digital

Não importa se você quer adentrar o mundo do SEO, conteúdo, CRO ou mídia paga. A verdade é que, para começar uma carreira em Marketing Digital, se dedicar ao aprendizado é o primeiro passo independente dos outros planos.

Por isso, separamos alguns materiais que podem ajudar nessa etapa. Cada um possibilita o desenvolvimento de habilidades diferentes. Vai do que é o seu foco no momento!

Cursos de Marketing Digital

Especialmente para quem ainda não sabe como começar, os cursos de Marketing Digital são uma boa maneira de dar o primeiro passo. Eles geralmente abordam conceitos básicos, o que é útil para estabelecer uma base de conhecimento.

  • [Google Ateliê Digital] Fundamentos do Marketing Digital: traz noções básicas para compreender os possíveis desafios propostos pelo Marketing Digital e quais benefícios essa estratégia pode trazer para negócios de todos os tipos.
  • [ComSchool] Introdução ao Marketing Digital: indicam quais são os principais conceitos do Marketing Digital no que tange a estratégias de busca, redes sociais, automação de marketing e conteúdo.
  • [Resultados Digitais] Curso de Marketing Digital: ministrado por André Siqueira, fundador da RD Station, cada aula desse curso básico aborda um aspecto do Marketing Digital por aula.
  • [Clube Share] MKT Digital: traz insights essenciais para profissionais que desejam migrar para a área do Marketing Digital, explicando os conceitos básicos e a noção de mercado necessários para dar os primeiros passos rumo ao sucesso.
  • [SEBRAE] Marketing Digital para o Empreendedor: explica os princípios do Marketing Digital do ponto de vista do dono de um negócio, e como trabalhar essas estratégias de forma facilitada.
  • [4ED] Curso de Marketing Digital: focado em produção de conteúdo e redes sociais, esse curso possui modalidades diversas para que você escolha a que melhor se adapta ao seu estilo.
  • [Google Skillshop] Google Analytics Individual Certification: certificação essencial para profissionais que desejam se aprofundar no Google Analytics e entender todo o processo, desde a coleta à filtragem e interpretação de dados.
  • [HubSpot Academy] Inbound Marketing: um dos cursos mais completos da web, traz tudo que você precisa saber para traçar uma estratégia de conteúdo efetiva, desde o planejamento geral à execução de cada ação.
  • [Rock University] Inbound Marketing: com destaque especial para redes sociais, blogs e automação de marketing, esse curso dá um overview sobre as possibilidades oferecidas pelo Inbound Marketing.

Livros de Marketing Digital

Os livros de Marketing Digital atendem a profissionais que desejam conhecer a teoria antes de aplicar o conhecimento na prática. Temos um post específico com 27 dicas de diversas áreas relacionadas, mas trouxemos um breve resumo para você ficar por dentro!

  • [Philip Kotler] Marketing 4.0: o “Pai do Marketing” é parada obrigatória nas leituras de Marketing Digital! O que você vai tirar desse livro é a análise do comportamento do consumidor na era digital.
  • [Conrado Adolpho] Os 8 Ps do Marketing Digital: através de metodologia própria, o autor aborda um passo a passo para desenvolver e executar estratégias de Marketing Digital que trazem resultados reais.
  • [Seth Godin] Permission Marketing: essa obra trabalha com a ideia de que é necessário criar uma mensagem perfeitamente alinhada para que os clientes aceitem a comunicação de bom grado.
  • [Brian Halligan e Dharmesh Shah] Inbound Marketing: escrito por ninguém menos do que os fundadores da HubSpot, esse livro explica como redes sociais, blogs e buscadores são os canais ideais para promover uma empresa.

Portais de Marketing Digital

Quem trabalha na área sabe: dá trabalho se manter atualizado com as últimas notícias de Marketing Digital! Para ajudar nessa difícil tarefa, os portais dão uma ajudinha através da curadoria de conteúdo. Na sequência, você vê alguns que precisa seguir.

  • Mateada: se você está aqui pela primeira vez, talvez não saiba que somos um dos maiores portais de Marketing Digital do Brasil. Toda semana, trazemos notícias e artigos relevantes para profissionais de alto calibre. Assine nossa newsletter e acompanhe nossos posts para estar sempre informado!
  • Digitais do Marketing: portal colaborativo que reúne conteúdos de profissionais de Marketing Digital de todo os cantos do Brasil, com o objetivo de incentivar o compartilhamento de conhecimento entre o mercado e promover descontos em cursos e eventos.

Podcasts de Marketing Digital

Tem um tempinho livre enquanto está dando aquele tapa na faxina ou se locomovendo de um lugar ao outro? Então, você pode aproveitar esse tempo ocioso para aprender algo em um podcast. E esses são os programas que mais indicamos!

  • Mateada Podcast: em cada programa, o apresentador Denis Andrade traz figuras que atuam com estratégias digitais, gestão, inovação e negócios para abordar um aspecto desses tipos de trabalho.
  • Next Level: apresentado por profissionais da Mirago, esse podcast traz profissionais que são referência no Marketing Digital para abordar temas inerentes ao planejamento e execução de estratégias.
  • Podcast 6 em 7: o empreendedor Erico Rocha usa esse canal para explicar em detalhes sua metodologia exclusiva, que visa obter faturamento de 6 dígitos em 7 dias com produtos digitais.

Para quem quer ainda mais dicas, temos um post fresquinho com 7 dicas de podcasts de empreendedorismo que vão fazer você não querer desgrudar do fone de ouvido.

Marketing Digital na Prática

Se pode já ser difícil entender a teoria do Marketing Digital, imagine para aplicar na prática! Afinal, são muitas as entrelinhas que pautam o desenvolvimento e execução de uma estratégia, independente do ambiente em que isso acontece.

Nos próximos tópicos, trouxemos algumas dicas para vislumbrar as possibilidades de começar uma carreira na área ou criar uma equipe. Dê uma olhada!

Como trabalhar com Marketing Digital

Com a ascensão do trabalho remoto, o Marketing Digital vem se consolidando como uma área de atuação cada vez mais atraente para quem busca mais liberdade.

Na prática, trabalhar com Marketing Digital vai depender do modelo que você escolher. Trouxemos algumas possibilidades para que você descubra, pelo menos, para que lado dar o primeiro passo:

Agências de Marketing Digital

As agências geralmente são ambientes de ritmo acelerado e entregas constantes. Ou seja, apesar de proporcionar um dia a dia cansativo, não tem lugar melhor para aprender!

Outra parte boa é que você consegue ter uma visão 360º das estratégias, enquanto pode ficar mais restrito à sua área de atuação em outros modelos de trabalho. Indicamos bastante para quem está no início da carreira e quer experimentar de tudo um pouco.

Entretanto, nem tudo são flores. Em agências, gerenciar as expectativas dos clientes e manter uma comunicação aberta pode não ser uma tarefa fácil.

Além disso, a necessidade de manter o foco em vários projetos diferentes requer bastante energia dos colaboradores.

Marketing Digital In-House

Literalmente, in-house significa “em casa”. Ou seja, nesse modelo, o profissional integrará o time de Marketing Digital de uma empresa, focado em atingir os objetivos específicos para esse negócio.

Portanto, um dos maiores benefícios é ter a atenção dedicada para apenas um projeto. Com mais tempo e aprofundamento, o nível de qualidade de cada estratégia pode ser mais alto do que em agências, quando é preciso fazer malabarismo com muitos clientes.

Geralmente, esse caminho é escolhido por profissionais mais experientes. Exceto em empresas de grande porte, pode ser que você seja o único colaborador especializado na sua área. Com isso, é necessário ter mais bagagem para tocar os projetos.

Freelancer de Marketing Digital

O trabalho de Marketing Digital autônomo é escolhido por profissionais que buscam mais liberdade e gerência sobre sua própria carreira.

A maior vantagem de ser freelancer é poder escolher quais serviços desempenhar, quanto cobrar e de que maneira conduzir o trabalho junto ao cliente. Entretanto, para isso, é preciso de experiência.

Quando se é freelancer, você é sua própria empresa. Isso requer conhecimento em gestão de projetos, precificação, branding pessoal e atendimento ao cliente, para começar. Por isso, é um modelo mais indicado para profissionais sênior, que já possuem bagagem trabalhando em empresas.

Empreendedorismo

Assim como o modelo freelancer, você também trabalha por conta própria no empreendedorismo digital. A diferença é que as possibilidades são mais amplas, uma vez que não é preciso se ater ao modelo de prestação de serviços.

Você pode dedicar sua energia para construir um projeto próprio. A monetização pode ser feita através da venda de produtos digitais ou físicos, com estratégias de marketing de afiliados.

Ou, mesmo, com produção de conteúdo para blogs, canais no YouTube ou perfis no Instagram. Nesse caso, a renda vem a partir de publicidade ou iniciativas de branded content. A verdade é que as possibilidades são infinitas. Depende de você criar o melhor modelo de negócio!

Como contratar uma agência de Marketing Digital

Contratar uma agência de Marketing Digital é uma boa opção para empresas que não possuem recursos para consolidar um setor dedicado à área. A maior vantagem desse modelo é a certeza de possuir profissionais experientes cuidando da conta.

Entretanto, é preciso se atentar a alguns pontos na hora de escolher a agência que irá prestar esses serviços. Veja quais são:

  • Indicação: ter a recomendação de outra empresa é um bom sinal, pois você terá uma noção mais ampla de como funcionam os serviços e o contato com a agência na prática.
  • Tradição: se não houver indicação, tente buscar uma agência consolidada no mercado, que possua empresas cuja estratégia você admira em sua carteira de clientes.
  • Resultados: esse é um bom parâmetro para ver qual foi o sucesso das estratégias desempenhadas pela agência no passado e, consequentemente, o seu nível de efetividade.
  • Atendimento: procure entender qual é a política de atendimento da agência, e se ela está de acordo com as suas expectativas. Nesse quesito, entram a frequência de reuniões, apresentações e contatos esporádicos.
  • Serviços: você pode contratar diferentes fornecedores especializados ou, então, uma agência que ofereça todos os serviços de Marketing Digital dos quais você precisa.
  • Nicho: há agências especializadas em determinados segmentos de mercado, o que pode sinalizar que elas já possuem bagagem relevante para começar seu projeto com o pé direito.

Como aplicar o Marketing Digital em um negócio próprio

Agora, se não houverem os recursos para criar uma equipe ou contratar uma agência, você tem a opção de desempenhar você mesmo as estratégias de Marketing Digital para o seu negócio.

Claro, pode ser que o trabalho não traga resultados tão rápidos ou consolidados. Mas, com a dedicação necessária, é possível afinar as ações e acumular experiências com o passar do tempo.

Nesse caso, recomendamos que você volte para a seção Como aprender Marketing Digital, aqui mesmo neste texto! Por lá, selecionamos cursos, livros, portais e podcasts que vão ajudar a construir sua base de conhecimento sobre a área.

A verdade é que há muito conteúdo sobre Marketing Digital na internet, bem como muitas pessoas dispostas a compartilhar seu conhecimento em comunidades. Você com certeza encontrará tudo que precisa para dar os primeiros passos.

E nessa etapa de definições iniciais, é importante pensar em quais estratégias investir seu tempo. Por isso, trouxemos uma “colinha”:

  • SEO: invista se você está focado em começar agora para ter resultados consolidados lá na frente. E se o seu produto possui um processo mais longo de decisão de compra, que requer pesquisa.
  • Marketing de Conteúdo: invista se o conteúdo pode impulsionar o potencial cliente pela jornada de compra, tirando as dúvidas, guiando a escolha e reforçando os benefícios que o produto pode trazer.
  • Redes sociais: invista se a criação de uma comunidade e a presença contínua no dia a dia do cliente pode criar um vínculo benéfico com a marca, bem como se a venda do seu produto é atrelada ao desejo.
  • Mídia paga: invista se você possui margem para produzir e quer trazer resultados rápidos, para que as estratégias de Marketing Digital possam retroalimentar o crescimento acelerado do negócio.

Como montar uma equipe de Marketing Digital (agência vs. in-house)

Estruturar uma equipe de Marketing Digital não é uma tarefa fácil. Independente do tamanho da organização, da abrangência das áreas de atuação ou dos recursos disponíveis!

Por isso, separamos algumas dicas que podem ser úteis para a realização desse projeto, tanto em agências quanto em empresas. Olha só!

Equipe de Agência de Marketing Digital

  • Profissionais necessários: depende dos serviços oferecidos. Num panorama geral, é bom ter analistas de SEO, conteúdo, mídia paga, CRO, design e mídias sociais. Bem como um colaborador dedicado ao atendimento ao cliente, como gestor de contas ou Customer Success.
  • Tamanho: depende da quantidade de contas trabalhadas e da definição dos fluxos de trabalho. Se os profissionais precisam traçar os processos, devem abraçar menos clientes.
  • Senioridade: pode ser distribuída de maneira diversa, onde profissionais mais experientes ficam responsáveis por treinar e desenvolver colaboradores com pouca bagagem.

Equipe de Marketing Digital In-House

  • Profissionais necessários: depende das estratégias abraçadas pela empresa. No geral, é preciso de um analista de Marketing Digital, um designer e um gestor do setor. À medida que o trabalho for se aprofundando, podem haver colaboradores mais especializados.
  • Tamanho: depende da demanda de Marketing Digital da empresa. No início, pode contar com menos de 5 pessoas, mas o número deve ser expandido quando a estratégia se consolidar como um dos principais canais de aquisição e retenção de clientes da empresa.
  • Senioridade: em equipes menores, é indicado contar apenas com profissionais mais experientes. Com a expansão, pode-se investir na contratação de colaboradores mais jovens, que terão seu desenvolvimento focado em atingir posições de liderança no futuro.

Continue aprendendo sobre Marketing Digital

O Marketing Digital é um segmento em constante movimento, que evolui cada vez mais com o passar do tempo. E é dever de cada profissional da área se manter atualizado com as últimas tendências!

É justamente para ajudar você com essa tarefa que estamos aqui. Toda semana, você encontra novas notícias e artigos de Marketing Digital preparados com muita expertise pela equipe da Mateada. Além disso, você tem acesso a todos os conteúdos que já foram publicados aqui nos últimos anos. E tem coisa, viu!

Conte sempre conosco para expandir seu conhecimento e tirar suas dúvidas. Até a próxima 🙂

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